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CNH investe mais de R$ 100 milhões e inicia produção de plataformas Draper em Curitiba

Fábrica paranaense passa a produzir modelos de 25, 50 e 61 pés para as marcas Case IH e New Holland, destinados aos mercados brasileiro e latino-americano

A CNH inicia, em outubro, a produção nacional das plataformas de corte Draper FD2 by MacDon, destinadas às colheitadeiras das marcas Case IH e New Holland. A fabricação dos equipamentos na unidade de Curitiba (PR) é resultado de um investimento de mais de R$ 100 milhões, direcionado à adequação da estrutura industrial e à preparação da linha de produção, segundo informações da empresa.

A fábrica passa a produzir plataformas de 25, 50 e 61 pés para atender aos mercados do Brasil e da América Latina. Com a nacionalização da produção, a companhia busca ampliar a disponibilidade dos equipamentos, reduzir prazos de entrega e facilitar o acesso a peças de reposição e assistência técnica por meio das redes de concessionárias das duas marcas.

“Esse investimento demonstra a importância estratégica do Brasil para a CNH e nossa visão de longo prazo para o mercado latino-americano. Ao ampliar nossa capacidade produtiva e iniciar a fabricação dessas plataformas em Curitiba, fortalecemos nossa operação industrial e, ao mesmo tempo, aumentamos nossa capacidade de estar próximos dos clientes e das necessidades do campo”, afirma Rafael Miotto, presidente da CNH para a América Latina.

Além das adequações na infraestrutura, o investimento contemplou a capacitação das equipes responsáveis pela fabricação das plataformas, com preparação para os novos processos produtivos e adoção dos padrões globais de qualidade da companhia.

Plataformas de colheita têm área de corte até 25% maior

As plataformas Draper FD2 by MacDon apresentam área de corte até 25% maior em comparação à geração anterior. Entre as características técnicas estão o chassi articulado com sistema de flexão em três seções, o ângulo de ataque ajustável e a velocidade de esteira regulável.


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Os equipamentos também contam com caixa de transmissão de alta velocidade e até 43 centímetros de flutuação nas extremidades, recursos desenvolvidos para favorecer a adaptação às condições do terreno e a eficiência da colheita.

Indicadas para culturas como soja, trigo, feijão e sorgo, as plataformas são compatíveis com colheitadeiras das classes 5 a 11. A fabricação dos três modelos em Curitiba amplia a oferta dessas soluções para diferentes perfis de operação agrícola no Brasil e nos demais mercados latino-americanos.